domingo, abril 04, 2010

GEB Flor de Lótus

Tá formalizado. Práticas do budismo ningma, em Lagoa Vermelha, sob orientação de Lama Padma Samten. Emaho! Horários, no cabeçalho do blog.

sábado, dezembro 19, 2009

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Seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fudeu!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? "Fudeu!.

descrição de uma comunidade.

domingo, agosto 09, 2009

quem inventa essas coisas?


serão bons esses dias colados a datas? quem inventou? o primeiro dia dos pais que passei sem meu pai, estava na sexta série, obrigada a escrever algo a ele. eu não queria. iria entregar a quem?
quem inventou a escola?
talvez julgassem necessário que eu conseguisse expressar alguma emoção(eu nem havia chorado), talvez tudo estivesse permeado de boas intenções, mas o fato é que odiei (queriam alguma emoção, ok, obtiveram...).
esse ano não tem aula. por conta da gripe. pensei: legal, vai passar batido. meus filhos, que todo ano sofrem a mesma questão, não precisam criar coisas e procurar alguém para entregar, vô, bisavô, tio, todos fake.
afortunadamente, esse ano acordamos sós, eu, meus dois filhos e nossos pais im memoriam. aí, minha garotinha, do fundo do silêncio desse suspenso dia, apareceu com uma linda carta, destinada a seu papai, com uma linda declaração de amor tranquila e saudosa. e me perguntou: o que faço com ela, mãe? será que papai pode ver?
dei duas sugestões, uma que guardasse, outra que queimasse. mas que de qualquer forma, com certeza ele já teria visto.
sigo sem saber se é bom ou não essas datas coladas a alguma comemoração, mas com a clara certeza do benefício que traz o nobre silêncio sem pressões sobre almas machucadas.

quarta-feira, junho 10, 2009

ler o mundo de maneira Aristotélica ou Jarrystíca?- O bom mesmo é poder escolher. pular de uma para outra forma de percepção. uma/outra. ou/ou. conjunção alternativa. ser ou não ser? melhor assim: ser E não ser.

entre uma realidade (forma) e outra, há um "vazio", um "pulo". se serve para alguma coisa ingerir substâncias que alterem a percepção da realidade, é que se percebe que o país das maravilhas é tão real quanto esse software coletivo (sendo que permanecendo neste, podemos nos comunicar com a maioria...).

a criação, aquele que cria, que experimenta, que salta, que pensa e que entra nos espaços entre um pensamento (experiência) e outro. uau. eles existem...êxtase místico. os contemplativos sempre se aplicaram.

como então que alguns donos do saber olham para crianças em plena formação e as criam tão negativamente? o que se passa em suas pobres imaginações??? usar esse poder patafísico (a la Alfred Jarry) para criar seres negativos, tsc, tsc. só posso pensar: mas que falta de imaginação...porque não fumam um baseado? realmente, suas crianças e jovens não precisam mas vocês...um chazinho ia bem, hein?...

domingo, abril 19, 2009

Palmas para Mim


o desejo retorna
ao estado de espera
e eu espero.

e eu estou de parabéns.

quinta-feira, março 05, 2009

Crônica para A Chuva

A Profundidade da Superficialidade...(Tire alguma distração e divertimento)

Necitta circulando na high & down society.

Estava sem saber o que escrever, a Lya já mandando prazo, pressionando, a M.Lisa(com a macaca nessa edição!) sugerindo o volta às aulas, expectativas, ah...cansei! Quero gramur!!! Então, já adiantando que teremos uma coluna de etiquetas por aqui, assessorada pelo melhor colunista social que já agitou essas terras vermelhas, que vem do tempo que nossas socialites flutuavam em saltos altos, fazendo semi-deuses de bandas vizinhas morderem-se de inveja com tanta realeza. Outros tempos. É...aguardem. Enquanto isso, pense sobre a listinha abaixo, tipo aquelas “os dez mais elegantes” “os dez mais ricos” “as dez mais glamourosas” “as dez mais estilosas”... relativa à nossa sociedade, e dê seus próprios nomes aos bois( eu tenho os meus mas não conto!).

Os dez sorrisos mais freqüentes na NG;

As dez boates ambulantes dominicais com o barulho mais horrível(agora com vidros personalizados);

Os dez jovens mais alucinados (incluindo os que dirigem as horríveis boates ambulantes);

As dez alpinistas sociais;

Os dez há anos falidos e nunca arruinados (decadance avec elegance)-colaboração Norman Cohen;

Os dez homens maduros e casados que não parecem maduros nem casados;

As dez mulheres idem;

Os dez cidadãos frustrados por não terem gramur, que resolvem fazer um jornal para conseguir aparecer;

Se esqueci alguma, manda chover!


• semi deuses correspondem a seres que possuem poder, decorrente de méritos passados, mas que, junto a esses méritos, semearam inveja. São movidos à competição. Na iconografia da roda da vida, eles plantam uma árvore em seu reino e ela dá seus frutos no reino dos deuses...).A pedido de M.Lisa, um pouq uinho de Dharma do Budha. Que os seres se beneficiem.

Crônica para A Chuva

Velho papo de outrora( extravagantis geris consequentis...)
por Realitis Necitta

A puberdade da minha geração foi alarmada pela notícia da AIDS. Quanta loucura em torno disso vivemos... Era abrir uma revista, ligar a tv, estar próximo do carnaval e dá-lhe camisinha, camisinha, camisinha. Todos falavam sobre sexo abertamente, na sala, quarto, cozinha e corredor. Até usuários de drogas injetáveis foram olhados e pragmaticamente orientados a terem sua própria seringa... Minha juventude teve esse subtexto: usufruir da liberdade (recém conquistada dos anos de chumbo) aprendendo a exigir e cuidar-se. Não havia tempo para hipocrisias, qualquer um, “quem vê cara não vê aids” poderia ser o próximo. No primeiro momento, as vítimas eram os gays, logo depois, os bissexuais, e então, mulheres casadas infectadas passavam a ser em maior número que prostitutas portadoras, dado a facilidade com que o profissionalismo permitia o uso de preservativo: quer, quer, não quer a fila tá na porta, love of my life.
E de repente, pimba! Não se ouve mais falar a respeito. Descobriram a cura? As pessoas se reeducaram e não precisam mais ser alertadas do perigo eminente? Quem dera fosse. Mas, infelismente, conversando com uma agente da saúde de nosso município, ouço que Lagoa Vermelha tem um dos índices mais altos de infecção por ano do estado. Que os números são tristes e a gente não fica sabendo porque a mídia entediou-se com o assunto, só isso. Notícia banal, não vende. Também, atiraram-se feito urubus, venderam paranóia, armaram o circo e agora ficam atrás de novas atrações. Só prá variar, ninguém quer pensar. E mudar.
Em meus primeiros carnavais, sabíamos que nove meses depois a cidade aumentava a população. Depois, na marra, aprendemos que poderia diminuir. Nossa cidade é carente de cultura, de arte, de pensamentos alternativos, e –logo- terreno fértil para atitudes que liberam a
mente, soltam o espírito sufocado, mas, baby, sorry, levam seu corpinho antes do tempo...
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“Ao mesmo deus que ensina a prazo
Ao mais esperto e ao mais otário
O amor na prática é sempre ao contrário...
Ah, prá que chorar?
A vida é bela e cruel, despida
Tão desprevinida e exata,
Que um dia acaba.”
Cazuza

É. A vida é desprevinida. O portador porta a única notícia certeira: não há prevenção possível da morte.
Ninguém quer ser portador, porque apesar de todos quererem ir para o céu, ninguém quer morrer. Seja disto, seja daquilo.
Para quem é portador da notícia: aproveite o dia, e faça dessa circunstância a grande oportunidade para a iluminação, mesmo por que, nada mais é real mesmo.
Para quem acha que é sólido: sábio quem aprende com suas experiências; safo quem aprende com as dos outros.
Necitta dá a real e ainda brinca no carnaval...
PS: que saudade de girar pelo salão.

sexta-feira, janeiro 16, 2009



benção de ano novo.

atente para novos horários de práticas em nossa sala de meditação. estudo também.

ok. sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonhs só. mas sonho que se sonha junto é realidade...

sábado, dezembro 13, 2008

sombra dakini

Todo grande praticante vajra tem uma Dakini colada feito sombra a si.



O praticante comum também.

quarta-feira, novembro 26, 2008

crônica para o prétensão

Eu pensei que todo macaco fosse filho de papai noel

Tá bom, tá bom... não vou falar o que eu penso desse tal velhinho que traz presentes para as crianças bem comportadas, afinal, é nosso folhetim de estréia, estamos felizes pra cacete, somos daquela raça de macacos-sapiens que não ficam reclamando, somos daqueles que se atiram nos abismos, pois é a única forma de voar! E sim, nós planejamos voar, com ou sem o bom velhinho...
Só que hoje a minha filha (que não quer ouvir o cético irmão) me intimou:
- Mãe, fala a ver-da-de! Papai Noel existe ou não?
Perguntei se era capaz de aceitar uma resposta que ficasse entre o sim e o não pois a verdade verdadeira é que não era o sim nem era o não.
- Ai, mãe, tá vendo? Não existe!
- Filha, você não percebe que algo acontece com as pessoas nessa data em que se comemora o nascimento de um mestre amoroso, mesmo que algumas nem lembrem mais disso, como ficam todas diferentes, e sorriem mais, e recebem o décimo terceiro, e penduram bolas em uma árvore, e fazem compras? Então, o nome que dão a isso que acontece com elas é papai noel.
- hmmm...
- Agora, que isso tudo é um velhinho gordo vestido com roupas de inverno, que atende a todos os pedidos de presentes, sem olhar a conta bancária dos pais, aí vai além da minha imaginação...
- Então existe mas não é como a gente pensa que é. A gente não sabe como é que é!(o descrente ali, só no bico, fingindo não se interessar- homenzinho...)
- Isso! Assim é com o que não vemos e com o que vemos também, não acha?
- Mãe!!!! Compra aquela sandália rosa?
Mas não irei, caros leitores, me perder na metafísica do ho-ho-ho. A hora, me parece, é de incentivar o consumo e Lula alerta: comprem, ou vai faltar empregos. Ou seja, pessoas alienadas que não sentem coceirinha na mão para adquirir cacarecos serão agora chamadas à responsabilidade pelo desemprego perante a crise mundial! Tudo bem até que não acredite em papai noel, mas NÃO CONSUMIR? Como pode ser tão mau? Eu até sei que está lá nos direitos humanos básicos: direito de não atender a solicitações sem sentir-se culpado ou egoísta, mas como dormirei esta noite, eu que planejei um Natal enxuto e tranqüilo?
Bem, deixemos a César o que é de César e nossos sentidos simiescos e intelectuais voltados para amarmo-nos uns aos outros, fazermos compras com sacolas de pano, e pedirmos descontos na compra de sandálias rosas e bolas de futebol.
Um abraço carinhoso em todos amigos do passado, presente e futuro.E como sempre cabe mais o que é bom:
Que todos os seres possam se beneficiar.
necitta.

quarta-feira, novembro 19, 2008


No começo de dezembro estarei em Três Coroas, no Khadro Ling, para a consagração do palácio de Padmasambhava, um Budha para os tibetanos, que levou o Dharma para o Tibet.
Creio ser a maior cerimônia budista já ocorrida na América Latina, tanto em tamanho como em importância. Os demônios dos apegos, das aversões e indiferenças tremem diante das emanações de Padmasambhava!
E o palácio é lindo( aliás, o que é o mestre, hein?)! Vai lá também, por aqui: www.padmasambhavapureland.com

quinta-feira, setembro 18, 2008

ser / não ser.

Se alterno ser ou não ser, ou acredito, ou nego. Ou me deixo levar pelo que acontece, ou me abstraio e não participo.

se sou e não sou, danço.

Mas tudo começa com Shamata.

terça-feira, setembro 16, 2008

SURAMGAMA SUTRA

através da negação- não Ananda, és tolo e estúpido! Se assim fosse, como poderia tal coisa?- Budha vai propiciando a experiência do que é a mente.Se afirmasse, haveria o seu contrário e seria algo relativo. Negando, negando e negando, nada sobra além do que é.

Nada sobra para Ananda, que chora, se debate e sofre, a cada negativa e confrontação com o espaço básico dos fenômenos. Assim entendi...

Ananda era o principal discípulo de Budha, mas só atingiu a iluminação com a morte do mestre, quando os ensinamentos passaram a ser parte de si, e não de sua espetacular memória e corretíssimo comportamento- apesar de saber todos os preceitos, reconhecer a excelência de Budha e fazer tudo como manda o regulamento, Ananda não dançava...

Primeiro obedecemos samsara, depois sentimos aversão, para só então, livres, dançarmos com os fenômenos. Então, samsara e nirvana tornam-se a mesma coisa.

Como diz o ZEN: no começo, árvores são árvores e montanha é montanha. Depois, árvores não são árvores e montanha não é montanha. E por fim, árvores voltam a ser árvores e montanhas voltam a ser montanhas.

Ser e não ser. Não há mais questão.

sexta-feira, agosto 15, 2008

Realidade fala sobre Budismo

Nesta segunda feira, às 23h, o programa realidade traz à Lagoa Vermelha Nelson Morroni, o Padma Yeshe, um dos mais antigos alunos do Lama Padma Samten, para responder questões que dizem respeito à prática budista de origem tibetana.



O conheço a uns dez anos e é com muita alegria que apresento à comunidade lagoense uma criatura tão querida e praticante cheio de habilidades para apresentar o método de Budha para a liberação.

Antes faremos uma prática em minha casa, às 20hs. Se quiser participar, entre em contato.

quinta-feira, julho 24, 2008

garra na arte


assim quando mais tarde me procure
que seja infinito enquanto dure



que mesmo em face do maior encanto

quero vivê-lo em cada vão momento

em seu louvor ei de cantar meu canto

quinta-feira, julho 17, 2008


Sempre que se aproxima a fase da lua cheia, eu preciso respirar fundo. Há anos é assim. Solteira, casada, e agora viúva.

Confesso que essa condição é a mais difícil. Solteira, namorava. Casada, coisa certa.Viúva, nada no horizonte.

Paciência não é esperar algo com sofreguidão. É não esperar. É relaxar na condição, seja qual for. Falar é fácil, eu sei. Mas hoje foi um dia bacana. Fui me despedir da sacada(da lua por essa sacada) pois vou mudar de casa e as coisas foram as mesmas de sempre, porém, pacientes.

O movimento é de aceitação. Homens comuns não me seduzem mais que 5 min., pensamentos sem Dharma me entediam, e a lua cheia me bole. Paciência. Sintomas físicos responsivos aos fenômenos, passam. Relax. Total.

Assim é melhor. Bem mais divertido.
Paciência não é uma qualidade muito bem vista porque frequentemente é confundido com passividade. No entanto, quando a ansiedade se torna o status quo, alimentar a ansiedade é que pode ser considerado uma atitude passiva. E ser paciente, a grande revolução.

Sejamos pacientes com a bagunça.Ela é adorável. A bagunça está no âmago de manifestações culturais como o dadaísmo, o cubismo, a filosofia open source e toda a incrível cultura dos mashups. Se tivermos paciência ao lidar com o caos, por si só ele nos apontará o caminho natural nessa nova realidade.

Que eu não sei qualé. Mas que também não quero ter pressa para descobrir.

post do Gustavo Mini, linkado aí ao lado nas cabeças budistas.

sexta-feira, julho 11, 2008


"Depois de algum tempo você aprende a diferença,
a sutil diferença,
entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se,
e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa aprender que beijos
não são contratos e
presentes, não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida
e olhos adiante,
com a graça de um adulto e não
com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas
no hoje,
porque o terreno do amanhã
é incerto demais para os planos,
e o futuro
tem o costume de cair em meio ao vão".

W. Shakespeare

sábado, julho 05, 2008

Importante


Só existe uma coisa que existe.
Mas não é assim, com palavras,
Que se pode conhecer.
É praticando o Dharma.

E é sobre o Dharma que eu estou falando.
Tudo muda o tempo todo, não há como (a)segurar nada.
Nada mais tem importância, também,
A não ser, praticar o Dharma.

O Dharma está em todo lugar
Mas a presença de um Lama é pura benção!
Aqui no sul, somos felizes,
Tem Três Coroas e Viamão.

BOA VIAGEM!!!!!!!!!!!!então.

domingo, junho 29, 2008

Segunda? Já?


Estou com medo.Acho que um pouco menos que medo, estou apreensiva, observando o desespero passeando pela sala, enquanto estou no quarto... Samsara é irônico. Sutil. Ele quer obscurecer o selo do Dharma que diz "todos os fenômenos carecem de realidade intrínsica".
É assim que solidamente chega a segunda feira quando tu entra no sistema.
O foco é o eu.
Logo, é uma merda. Não deu para fazer todas as práticas no fim de semana,o guarda roupa continua desarrumado, e lá vem aquela velha conhecida sensação de carregar areia de um lado para outro. E ser paga para isso.

Aqui estou EU inserida no sistema. E agradecida.

Realmente, perco muuuuito tempo e energia com a tal areia.

Mas, aí, EU nem gosto de dar bandeira que é prá maharaja não sacar, algo acontece, e EU já não sei se é samsara ou se é o Dharma me empurrando para trabalhar.Um aluno escreve dizendo que sou louca, lúcida, correta e corajosa, e comigo ele gosta de caminhar.

Bem, fora o louca, não reconheço tais qualidades em MIM(quando reconheço, fico com a cara do demônio,e quando não reconheço, tb, prá tu ver como andar pelo caminho do meio não é um troço muito fácil...). Sua mente é que percebe isso,e isso, só pode ser os ensinamentos.E sua mente, prestes a encontrá-los. Nesse momento, é o Lama mandando a segunda chegar.

Assistir aos outros nascendo para a sabedoria é realmente energizante.

E segunda feira se transforma no melhor fim de semana.

(Vale a pena clicar o bichinho acima e ampliá-lo. Se tiver assustador ou confuso, apenas perceba que em cada reino, há um Buddha).